Acrimat acompanha avanço da duplicação da BR-163 e destaca ganhos para a pecuária

Entidade participa de vistoria técnica promovida pela Nova Rota do Oeste e afirma que melhoria da rodovia reduzirá custos logísticos, aumentará a segurança e favorecerá o bem-estar animal
A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) acompanhou, nos dias 21 e 22 de julho, uma vistoria técnica nas obras de duplicação da BR-163, considerada o principal corredor logístico do Estado. A agenda foi promovida pela concessionária Nova Rota do Oeste e reuniu representantes da Comissão Tripartite, formada pela empresa, órgãos públicos e entidades representativas da sociedade, para avaliar o andamento das intervenções e discutir os impactos da obra para os diferentes segmentos da economia.A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) acompanhou, nos dias 21 e 22 de julho, uma vistoria técnica nas obras de duplicação da BR-163, considerada o principal corredor logístico do Estado. A agenda foi promovida pela concessionária Nova Rota do Oeste e reuniu representantes da Comissão Tripartite, formada pela empresa, órgãos públicos e entidades representativas da sociedade, para avaliar o andamento das intervenções e discutir os impactos da obra para os diferentes segmentos da economia.
Além de ampliar a capacidade de tráfego, a duplicação da BR-163 é vista pelo setor produtivo como um investimento estratégico para aumentar a competitividade da agropecuária mato-grossense. Pela rodovia circulam diariamente cargas de grãos, fertilizantes, combustíveis, além de animais destinados aos frigoríficos e centros de distribuição.
Na avaliação da Acrimat, a melhoria da infraestrutura deverá proporcionar ganhos operacionais para a pecuária, reduzindo o tempo de deslocamento, os custos com transporte e os riscos de acidentes ao longo da principal via de escoamento da produção estadual.
Representando a entidade, o diretor regional da Acrimat em Sinop, Fernando Porcel, participou das atividades do segundo dia da programação, quando também foi realizada a reunião da Comissão Tripartite. O encontro serviu para apresentar o andamento das obras, discutir demandas dos usuários da rodovia e alinhar ações entre concessionária, poder público e representantes do setor produtivo.
Segundo Porcel, a duplicação também terá reflexos diretos sobre o transporte de animais.
"Nos preocupamos, acima de tudo, com o bem-estar animal. Uma rodovia duplicada, com melhor pavimentação, menos buracos, depressões e curvas mais suaves, proporciona um transporte mais seguro e eficiente. Isso reduz o estresse dos animais durante o deslocamento e também garante mais segurança aos motoristas que utilizam essas rodovias. Investir em infraestrutura é investir na competitividade e na sustentabilidade da pecuária mato-grossense", afirmou.
A Acrimat destaca que os benefícios da duplicação vão além da pecuária. Com maior fluidez no tráfego, a expectativa é de redução do consumo de combustível, menores gastos com manutenção da frota e melhoria no abastecimento das propriedades rurais, fatores que contribuem para aumentar a eficiência da logística e fortalecer a ligação entre as regiões produtoras, os frigoríficos, as indústrias e os portos de exportação.
Para a entidade, acompanhar a execução das obras é uma forma de assegurar que as necessidades do setor produtivo sejam consideradas durante a implantação do projeto. A participação na Comissão Tripartite também fortalece o diálogo entre produtores rurais, concessionária e órgãos públicos, permitindo que demandas relacionadas à logística, segurança viária e transporte de cargas sejam discutidas ao longo da execução da duplicação.
A BR-163 é considerada uma das principais rodovias do agronegócio brasileiro e desempenha papel estratégico no escoamento da produção de Mato Grosso, maior produtor nacional de grãos e um dos líderes na pecuária de corte.
Impactos da duplicação para a pecuária
• Redução do tempo de transporte de animais; • • Menor estresse durante o deslocamento; • • Mais segurança para motoristas e cargas; • • Redução dos custos com combustível e manutenção; • • Maior eficiência logística no escoamento da produção; • • Melhor ligação entre propriedades rurais, frigoríficos e portos.•
Fonte: diariodecuiaba