FAMÍLIA ANDRZEJEWSKI

Coragem de sobra para se reinventar

 

Sr. Eduardo não teve medo de empreender e consolidou sua história no Parecis ao lado da família

 

Uma cidade é feita de história. História das pessoas que ali vivem, trabalham, residem. Das pessoas que chegaram há bastante tempo. Que desbravaram uma região. Que, com muito suor, lutaram por suas conquistas. Pessoas que contribuíram para o desenvolvimento da localidade. Pessoas que não tiveram medo de se reinventar e alçar voos mais altos.

É dessa forma que a Família Andrzejewski, especialmente pelo patriarca Sr. Eduardo e por dona Delvina (in memorian), representa o crescimento de Campo Novo do Parecis. Viveram dias de luta, boa parte deles difíceis, mas alcançaram os dias de glória que hoje podem desfrutar ao lado dos familiares.

O sobrenome da família já entrega a origem polonesa. Os avós de Eduardo Andrzejewski chegaram ao Brasil nos primeiros anos do século XX em busca de uma vida melhor – como aconteceu com a maioria dos imigrantes europeus que desembarcaram nos portos nacionais.

“Meu avô, Miguel Andrzejewski desembarcou no Rio de Janeiro, onde permaneceu alguns dias por ter recebido uma oferta de trabalho. Só que ele queria ir para o Rio Grande do Sul por conta do clima mais parecido com o da Europa. Ele e a família, então desembarcaram em Porto Alegre, seguiram para Ijuí e, de lá, para Guarani das Missões, à época distrito de São Luiz Gonzaga”.

No colo, traziam no colo o pequeno Antônio, que mais tarde se casara com uma brasileira de origem polonesa. No total, tiveram 10 filhos.

Como conta Sr. Eduardo, o avô saiu de Varsóvia, uma grande cidade, para se enfiar – literalmente – no meio do mato. Como à época o governo brasileiro acolhia europeus e distribuía terra, a família ganhou seu pequeno espaço no Rio Grande do Sul.

“No início, eles passaram apuros. Só não morreram de fome porque tinha muito peixe nos rios. Quando iniciaram na agricultura, era apenas para subsistência – milho, feijão e trigo. Logo, meu avô foi trabalhar para uma empresa que fazia a abertura de estradas na região. O meu pai, ainda pequeno, acompanhava sempre”, conta.

O avô, professor e especialista em pintar vidros, lecionava português e polonês no distrito. Criado no chão de terra, Antônio trilhou o caminho rural. “Com mais ou menos 30 anos, ele conheceu e se casou com Mariana Kapelinski. Minha mãe é de origem polonesa, mas nascida no Brasil”.

 

UMA VIDA DEDICADA  À AGRICULTURA

Sr. Eduardo descreve que o serviço na roça era inteiramente braçal – na enxada, foice e machado. “Dediquei minha vida à agricultura. Meu pai nos deu um pedaço de terra, onde eu criava vaca e porcos. Arrendei terras já pensando em crescer”.

As primeiras culturas foram trigo e soja. Esta, inclusive, merece um espaço à parte – acompanhe logo à frente.

“Meu pai seguiu o caminho do meu avô, plantando também milho, linhaça, feijão, lentilha, painço. E eu segui na mesma toada. Comecei plantando 200 hectares de soja. Já era lavoura mecanizada, comprei trator, plantadeira, colheitadeira. E assim foi por pelo menos uns 20 anos. Até que em 1982 decidimos vir para o Mato Grosso”, lembra.

 

REINVENÇÃO NO MATO GROSSO

Seu Eduardo já tinha ouvido falar do tal Mato Grosso. Ele conta que, em 1973, junto a alguns colegas, visitou Dourados-MS (na época, os estados eram um só). Não gostou muito do que viu. Até surgir uma oportunidade em Brasnorte.

“Alguns empresários fortes no comércio em Ijuí e Panambi criaram uma associação em Brasnorte, mas que acabou não dando certo. Decidiram vender ou trocar as terras por áreas lá no Sul. Resolvi participar desta troca, e quando cheguei aqui era absolutamente tudo mato”, comenta o agricultor, que na época abriu uma fazenda em Brasnorte. “Não sei de onde veio tanta coragem! Em 1976, mal havia estradas, muito menos asfalto”, completa.

Aproveitando os conhecimentos do filho mais velho, formado no curso de Técnico Agrícola e Engenheiro Operacional Civil em Santo Ângelo, decidiram vir para a região no ano de 1982.

“No início, se falava apenas em arroz e pecuária. Mas era um trabalho dificultoso, porque não tínhamos trator de esteira para limpar a terra, só tratores CBT. E para vender a produção tinha que levar até Diamantino para escoar até o Sul do país. No período chuvoso, era ainda mais sofrido enfrentar as estradas de terra”.

No ano de 1983, Campo Novo já se consolidava como distrito, mas muitos agricultores vindos principalmente do Sul estavam se estabelecendo na região, entre eles a Família Andrzejewski, com intuito de crescer na agropecuária – no caso de Eduardo, se tratava de mais uma reinvenção.

As pioneiras famílias Fedrizzi e Brólio contaram com a ajuda dos Andrzejewski para a consolidação de Campo Novo. “As primeiras ruas foram abertas pelos nossos tratores e peões. Elas foram demarcadas e nós gradeamos com trator CBT para limpar”.

Muitas terras no então distrito eram devolutas do Governo, sendo demarcadas pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). Seu Eduardo conta que para quem já tinha tomado posse de terras, o Incra dava até três mil hectares. “Nós não ganhamos porque viemos um pouco depois. Por isso, compramos de um agricultor que tinha assumido um desses pedaços de terra, mas quis vender”.

Logo, começou a aplicar técnicas de plantio e colheita inovadores, atualizados de acordo com a tecnologia vigente. “Fomos nos adaptando. Era completamente diferente do que eu tinha feito no Sul”. Vieram então as variedades cultivares, como milho, soja, feijão, algodão, entre outras.

E pergunte a Seu Eduardo se o esforço foi recompensado? “Valeu muito a pena. Conseguimos nos estrutura melhor. Quando viemos para a região, estávamos um pouco sem rumo e sem muitas perspectivas. Aqui, criamos algo novo, diferente, algo que nos reinventou como produtor rural e como pessoa”, completa.

Seu Eduardo casou com dona Delvina Niewinski (in memorian), com quem teve 6 filhos, 14 netos e 5 bisnetos. No ano de 2003, casou-se com Pelagia Polanczyk Niewinski.

“Após o asfaltamento das rodovias e a chegada das tecnologias de comunicação/internet e do campo, toda essa região se tornou altamente produtiva em grãos e na pecuária, uma economia viável e atrativa. Isso fez com que muita gente comprasse terras e investisse em Brasnorte”, destaca o filho caçula de Eduardo, Deonisio Jorge.

A SOJA NO SUL

O nome de Ceslau Biezanko tem bastante importância na história aqui contada. Imigrante polonês, enviado ao Brasil na década de 1930, o cientista tinha ideias de modernização, de industrialização, de produção e beneficiamento de produtos agrícolas, em especial a introdução da soja.

“O professor Biezanko trouxe essas sementes de soja da China e deu algumas para o meu avô plantar. Descobriram que essa cultura servia para alimentar animais, como gado e porco, que bicho gostava. Plantou e colheu um saco. A novidade chegou aos ouvidos das autoridades e ele acabou sendo preso porque plantava soja! Até então, o principal objetivo era alimentar os animais. Ao lado do Biezanko, ele foi um dos pioneiros a trazer o grão de soja para o estado”, revela Seu Eduardo.

O forte laço polono-brasileiro estabelecido por colônias em Curitiba fez Biezanko elaborar e divulgar pesquisas sobre o meio rural, permitindo assim a consecução de atividades junto aos colonos.

Tal condição étnica propiciou a inserção de Biezanko entre os poloneses, ampliando seus conhecimentos para Santa Catarina e Rio Grande do Sul. E foi justamente junto aos agricultores de Guarani das Missões que teve espaço para experimentar o plantio de soja.

No Planalto gaúcho, a soja foi por muitos anos um motor econômico, especialmente a partir da produção mecanizada, a qual envolveu um processo de transformação da produção capitalista no setor agrário, especialmente no período pós-Segunda Guerra, atingindo resultados muito importantes para a economia nacional.

O agrônomo foi um intelectual que adquiriu importância no universo acadêmico escrevendo artigos, palestrando e pesquisando em diferentes ciências, sendo ativo com a comunidade polonesa e gaúcha, mas nunca mais agindo diretamente na introdução de novidades entre os agricultores.

 

Migração polonesa no Brasil

A imigração polonesa no Brasil divide-se em 6 etapas. A Primeira é datada do século XVII, quando a Companhia das Índias Ocidentais foi fundada pelos holandeses objetivando manter uma colônia no litoral do país. Os poloneses entraram no território Brasileiro em auxílio aos holandeses para lutarem contra portugueses e espanhóis.

Entretanto, o segundo e maior fluxo ocorreu no século XIX, quando o Estado brasileiro estimulava a vinda de cidadãos europeus no país para substituir a mão de obra escrava – gradativamente abolida ao longo desse período – e o ideal de embranquecimento da população. Soma-se a isso os projetos do Estado Brasileiro a partir de 1870, que visavam densificar a ocupação em algumas áreas de fronteira, destacadamente a porção meridional do país - próxima a bacia do Prata - estimulando a vinda de europeus para ocuparem a região, consolidando assim o território nacional.

Em um âmbito geral, os poloneses que imigravam para o Brasil buscavam melhores condições de vida, visto que a Polônia passava por um processo de perda de independência e, dessa forma, espalhava-se um sentimento de risco à segurança individual e coletiva, algo que se consolidou com a ocupação realizada pelas potências europeias no período. A migração polonesa acompanhava a chegada de alemães. Esses dois grupos territorializaram áreas em Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, seguindo a lógica de colonização de áreas com baixa densidade demográfica.

A terceira etapa é dos muitos poloneses que desembarcaram no Rio de Janeiro e em São Paulo para o trabalho nas lavouras cafeeiras. Entre 1890 e 1891 ocorre a denominada “febre brasileira”, período no qual intensificou-se a vinda de polacos para o Brasil, com estimativas de 80 mil cidadãos que migraram para Curitiba e São Bento.

Na quarta, a partir de 1910 observa-se um novo perfil de imigrantes poloneses no Brasil: os intelectuais, jovens que participaram do movimento revolucionário na Polônia e que começaram a ser perseguidos pelos governantes poloneses. Dessa forma, a migração adquiria um significado político ainda maior, além do econômico que existia desde os primeiros fluxos rumo ao Brasil. A eclosão da Primeira Grande Guerra enfraqueceu essa onda migratória.

No período pós Grande Guerra, o fluxo de migrantes poloneses no Brasil voltava a crescer, sendo composto agora de uma significativa parcela de indivíduos judeus, que saíam de sua terra natal para fugir do antissemitismo, intensificado a partir de 1919, sobretudo a partir da ascensão de governos fascistas em territórios europeus. A partir de 1930, o governo brasileiro iniciou uma política de cotas para a recepção de migrantes no país, estabelecendo que o volume de imigrantes não poderia superar 2% do contingente de estrangeiros que haviam fixado residência no Brasil nos últimos 50 anos.

O último fluxo migratório data a partir da eclosão da Segunda Guerra Mundial. No pós-guerra, migraram para o Brasil sobreviventes dos fronts de guerra e dos campos de concentração, que tentavam reconstruir suas vidas em território brasileiro, ampliando assim o volume de colonos polacos em solo brasileiro.

 

Produção agrícola nacional no período pós-Segunda Guerra

A agricultura brasileira era rudimentar em meados do século passado. A soja era uma curiosidade no Brasil, sem expressão para o mercado doméstico, menos ainda para o comércio internacional do país. Prevalecia o trabalho braçal na produção agropecuária. Naquela época, menos de 2% das propriedades rurais contavam com máquinas agrícolas.

Homens e mulheres do campo sofriam com escassez de tecnologia e de informação. “Muito pouco se sabe sobre a resposta destes solos às aplicações de fertilizantes. A capacidade de gerar e desenvolver novas variedades de altos rendimentos é limitada. Pouca pesquisa tem sido feita sobre a resposta dos rebanhos à aplicação de níveis crescentes de ração, ou sobre quais são as rações ótimas. Ignora-se quais as combinações de atividades mais lucrativas nas fazendas, e pouca pesquisa tem sido feita sobre as doenças tropicais dos rebanhos e lavouras”.

O resultado era baixo rendimento por hectare e pouca produção. O crescimento da agricultura exigia que extensas áreas naturais fossem convertidas em lavouras e pastagens. Práticas inadequadas causaram severos impactos ambientais, como erosão e assoreamento. Mas as fazendas não produziam o suficiente para atender à demanda interna.

O governo instituiu políticas específicas para aumentar a produção e a produtividade agrícolas, incluindo investimentos públicos em pesquisa e desenvolvimento, extensão rural e crédito farto. Era o início do intenso processo de modernização que a agricultura brasileira experimentaria nas décadas seguintes.

O maior crescimento da produção em comparação à área pode ser visto por meio da evolução do rendimento médio (quilos por hectare) das lavouras de arroz, feijão, milho, soja e trigo, no período de 1975 a 2017. Destaque para os aumentos de rendimento de 346% para o trigo, de 317% para o arroz e de 270% para o milho. Soja e feijão praticamente dobraram o rendimento no período analisado.

 

 

 

BAIRRO OLENKA

 

Um loteamento, uma história!

 

O nome é uma homenagem à guerreira escandinava que lutou em terras polonesas e é considerada uma heroína

Mais do que um loteamento, o Olenka tem história – e não só pelo seu nome, mas também por quem o criou. O bairro é um dos que mais encantadores de Campo Novo do Parecis – e suas raízes estão ligadas à cultura europeia.

Antes de falar da origem do nome, vamos ao bairro em si. No final dos anos 1990, a família Andrzejewski decidiu lotear parte de uma grande área para o desenvolvimento de um bairro residencial e comercial. A área de quase 100 hectares foi dividida em aproximadamente 800 lotes, que são comercializados pela Guarani Empreendimentos Imobiliários.

O principal responsável pela ideia é Eduardo Andrzejewski, um dos pioneiros de Campo Novo do Parecis e que contribuiu para o desenvolvimento da região. “Nós estamos sempre à disposição para quem procura um espaço apropriado para constituir sua residência ou empreendimento. Muitas vezes, somos nós mesmos que participamos da negociação, então isso facilita muito para o cliente”, conta.

O planejamento do Olenka foi algo visionário, contendo avenidas largas com canteiros centrais para estacionamento, arborização e paisagismo, prevendo o crescimento da cidade. “Todo o serviço foi muito bem feito pela nossa família. Tudo pensando em uma cidade moderna, mesmo há mais de 20 anos. E hoje o bairro é muito aconchegante”, destaca Sr. Eduardo.

Agora, para tornar a região ainda mais atrativa, a Guarani Empreendimentos Imobiliários, apesar de ter vendido quase todos os lotes, continua investindo no bairro. A empresa tem por missão contribuir para o desenvolvimento social e urbanístico e visa a melhoria da infra-estrutura e a satisfação dos moradores do bairro. 

Assim, coloca em prática idéias inovadoras, através de projetos assinados por filhos e netos do Sr. Eduardo que assessoram e continuam seu legado.

No inicio de 2020, a empresa inaugurou o primeiro estacionamento oblíquo com paisagismo na Avenida Silvio Santos, agora renomeada para Av. Guarani das Missões (cidade natal da família Andrzejewski), para uso coletivo. 

Na véspera de Natal do mesmo ano, presenteou os moradores do bairro construindo um belo pórtico para o Olenka, na rótula das Av. Minas Gerais e Guarani das Missões, contando a origem do seu nome.

As iniciativas foram apoiadas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Município, mas realizadas exclusivamente com recursos próprios da empresa para destinação de uso público. 

Os projetos de autoria da nova sócia da empresa e neta do Sr. Eduardo, Waleska Andrzejewski Avozani, Arquiteta e Urbanista, vem dar um novo olhar de modernidade ao bairro.

Um outro projeto assinado pela arquiteta, localizado no coração do Olenka, em frente a Praça central, que vem chamando a atenção da cidade, é o Container Park, projeto que agrega sustentabilidade com modernidade, propõe ser um ambiente agradável para lazer, gastronomia, esportes e um shopping a céu aberto junto a natureza!

A Guarani espera que seus projetos sejam replicados por outros bairros e pela administração municipal para a melhoria da cidade.   

 

OLENKA, A GUERREIRA

 

Olenka foi uma guerreira de origem escandinava que lutou em terras polonesas e é considerada por lá uma heroína. Sua história de vida inspirou Sr. Eduardo e sua esposa, que decidiram homenageá-la batizando de Olenka o bairro.

“A guerreira Olenka se destacou muito quando ajudou a formar a Polônia. Essa história, que já tem mais de 400 anos, entrou muito na minha cabeça e por isso eu carrego a força desse nome comigo”, destacou.

Inspirado nesta história, o artista plástico Vanderlei César Guollo fez uma homenagem à cultura polonesa desenhando um monumento que contempla a guerreira (dando as boas-vindas ao bairro) e as cores e símbolos da bandeira polonesa. No local, estão fixadas placas que explicam a origem do bairro e o significado do pórtico.

A justa homenagem aos fundadores do bairro Eduardo e Delvina (in memoriam) foi idealizada pela filha Terezinha, assessora jurídica e administrativa da Guarani, não só para contar a história dos pais e do nome Olenka, mas também para destacar a força da mulher e seu papel na sociedade nos dias atuais ocupando espaços cada vez mais significativos na política, na economia, no agronegócio, etc… enfim, uma homenagem às Olenkas de hoje

 

EM PLANEJAMENTO

De acordo com Andrzejewski, há uma proposta de transformar mais uma parte da fazenda Olenka – essa de 800 hectares – em loteamento. A proposta está seguindo os trâmites legais e já há um nome sugerido – Jardim das Hortênsias.

“Queremos melhorar ainda mais o que já fizemos no Olenka, com foco no bem-estar do morador. Nossos filhos, netos e bisnetos contribuindo com novas e modernas ideias e propostas para que a cidade continue se desenvolvendo”, completou Sr. Eduardo.

Segundo a arquiteta Waleska, mestre em planejamento urbano e regional pela UFRGS, que assina o projeto urbanístico do novo loteamento, este propõe aliar modernidade, inovação e sustentabilidade.

 

  O Jardim das Hortênsias, localiza-se entre os bairros Olenka, Jardim das Palmeiras e Jardim Itália e constitui-se na primeira etapa de um projeto maior que pretende preencher o vazio urbano existente, costurando assim a trama urbana, diz Waleska.

O legado da experiência no ramo imobiliário do Sr. Eduardo, somado as ideias inovadoras da nova geração de filhos e netos, vem trazendo mais desenvolvimento e beleza à cidade.

Campo Novo do Parecis é uma cidade com grande expansão imobiliária, e apostando nesse nicho promissor as empresarias Alexandra e Rosalia, filhas do Sr. Eduardo, inspiradas no seu genitor decidem investir na cidade e criam o futuro Jardim das Hortênsias.