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2008
E assim nasceu uma vila
O ano era 1996 e os corredores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, foram responsáveis por uma amizade que evoluiu para uma sociedade em que a tecnologia e o vanguardismo são marca registrada. No Sul, ainda acadêmicos, Carlos Carvalho e Cássio Gracioli projetavam constituir uma sociedade. Contudo, foi no interior do Mato Grosso que os dois colocaram o projeto em prática e se dedicaram à construção de “muitas vilas”
Foi no curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que o catarinense Carlos Augusto de Carvalho conheceu o paranaense de Cascavel, Cássio Gracioli. Ambos iniciaram o curso em 1996.
Carlos, nascido no litoral catarinense, era habituado ao mar. Nasceu em São Francisco do Sul, mas passou infância e adolescência em Joinville – a maior cidade do estado. Aos 17 anos, época de escolha da profissão e da maratona de vestibulares, se inscreveu para Engenharia Civil na UFPR. Aprovado, enfrentou a resistência inicial da mãe Eugênia e do pai Arnaldo que queriam que ele cursasse faculdade perto de casa. No fim, aceitaram e apoiaram a decisão do filho. “Eu tinha muita identificação com exatas desde pequeno, sempre gostei muito de matemática e de física; então a engenharia foi um caminho natural para mim”, conta Carlos.
Cássio, do interior do estado paranaense, havia chegado à capital um ano antes, em 1995, para o ‘terceirão’. “Na época, acabou que escolhi engenharia não muito consciente porque não havia inspiração na família ou conhecidos que fossem engenheiros; hoje entendo que foi a engenharia que me escolheu, não me vejo fazendo outra coisa”, diz.
Foi no dia a dia do curso, nas conversas de corredores que os dois descobriram afinidades. Chegaram a residir na mesma república. E fortaleceram a amizade. Formados em 2000, ambos continuaram atuando em Curitiba. “Já na faculdade eu tive o privilégio de estagiar em uma empresa que atuava com moradias verticais (edifícios), era um tema que chamava minha atenção e formado fui trabalhar em uma empresa que seguia o conceito”, destaca Carlos. “Estava mergulhado no trabalho”.
Cássio também entrou para o mercado de trabalho curitibano e concomitante a isso cursou pós-graduação em Planejamento e Gestão de Negócios e MBA em Gestão Empresarial. Mas já sabia que queria mais – e queria o antigo colega de faculdade na empreita.
Em 2004, já pensando em prospectar um mercado para mudanças, Cássio, que tinha parentes no sul do estado de Mato Grosso, convidou Carlos para uma viagem sem compromisso. “O Carlos veio pela aventura de conhecer um local de que ele só ouvia falar”. E, no meio do caminho, além dos parentes de Cássio, os dois lembraram de um colega de curso, mas que residia um pouco mais distante, no Norte do estado. “Uns dias a mais na estrada e viemos visitar o Leonardo Zancheta”, conta Cássio.
No retorno da visita, seguia para o Paraná um Carlos admirado e entusiasmado. E também decidido: iria se mudar para o Mato Grosso. Ele que viajou sem interesses, foi o primeiro a mudar. Teve uma primeira experiência em Sinop, a mudança foi em julho de 2005. Quando chegou, Carlos encontrou a região assolada pela crise econômica. Sinop sofria com a crise das madeireiras e Sorriso com a crise do agronegócio. Mas, ainda assim, as cidades eram verdadeiros canteiros de obras. “Você andava e encontrava obras por todo lado. Havia construções grandes. Pra mim, era um marco claro do desenvolvimento, que apesar da crise, estava em expansão”, relata. O período em Sinop foi curto. Apenas três meses depois, em 1º de novembro de 2005, Carlos se estabelece em Sorriso a convite de Zancheta e do sócio Antônio Adolfo Endres.
Em Curitiba, Cássio conclui o MBA e se muda para Sorriso em 2006. “O Carlos que veio só para passear já estava aqui; ele viu o potencial da região e nem hesitou na mudança”, salienta. Já em Sorriso, Cássio também foi trabalhar para o antigo colega de faculdade. “O Leonardo e o Adolfo nos abriram portas, não éramos conhecidos e o tempo com eles possibilitou que nos ambientássemos, conhecêssemos o mercado e o mercado local também passasse a entender quem éramos. Foi um momento de troca de experiências e somos muito gratos a esse período que foi fundamental na construção das nossas vidas profissionais”, reflete.
Já em Sorriso e agora trabalhando juntos, Cássio e Carlos retomam os planos de ter o próprio negócio. “Sempre projetamos o futuro e conversamos sobre isso, sobre o quanto queríamos empreender e tínhamos muito claro o que queríamos fazer, e para pôr o projeto em prática trabalhamos muito”, frisa Cássio.
Nasce a Villare
Assim, em 2008, os dois abrem uma sociedade. Nasce a Villare Construções. A inspiração do nome não podia ter uma ligação maior com a história inicial da colonização de Sorriso. “Buscamos o conceito de vilarejo, ‘villagio’ do italiano e assim nasceu a Villare”, contam. O nome é uma homenagem ao período de formação da cidade quando, principalmente descendentes de italianos, oriundos da região Sul do país, se estabeleceram em Sorriso. “Era como um retorno à origem da Vila de Sorriso, uma homenagem ao trabalho e determinação de quem chegou duas décadas antes e estabeleceu os contornos da cidade que nos acolheu”, reforçam.
No início, em 2008, eram os dois, uma mesa, três cadeiras e um aparelho de fax no Edifício Sorriso Center. Atuando como engenheiros, secretários da empresa e tudo o mais que fosse preciso, os dois buscavam uma forma de mostrar ao mercado a proposta que traziam. “Juntamos o dinheiro que tínhamos, pegamos emprestado de amigos e parentes e partimos para uma proposta inusitada: construir uma casa que levasse a nossa marca”, pontuam.
Assim, depois de avaliar o cenário, os dois compram um terreno no Parque Felicidade e constroem uma casa de 120 m². “Temos uma foto em frente a essa casa, éramos nós dois, o mestre de obras e três pedreiros”. Com a obra iniciada em 2008, a casa ficou pronta em 2009 e foi vendida quando estava na fase de acabamentos. “Praticamente não tivemos lucro, mas a obra da casa permitiu que apresentássemos ao cenário sorrisense nossa forma de pensar e mostrássemos um pouco do nosso trabalho”, diz Cássio. A ideia era que a obra funcionasse como um cartão de visitas, papel que ela cumpriu com êxito.
Na sequência daquela casa, os dois mergulharam em um novo projeto. A intenção era mostrar ao mercado sorrisense, habituado em residir em casas com quintais grandes, um novo modelo de moradia: a habitação vertical, conceito que os dois já exploravam no Paraná e lhes era familiar. “Na época da faculdade morávamos em prédio. Para nós, era tudo muito prático e queríamos mostrar esse conceito”, relatam. “Víamos que aqui as pessoas optavam pela cultura da moradia horizontal, que é o conceito da casa grande com quintal grande e mostrar os benefícios da moradia vertical, do edifício, era um grande desafio nesse cenário”, reflete Carlos.
Mas é nesse ambiente, de Sorriso de 17 anos atrás, que os dois constroem raízes. E iniciam a linha de projetos verticais com a construção de um edifício de quatro andares, com apartamentos de 80 m². O Edifício Florença, na região centro norte da cidade, inaugura a nova fase da Villare. O projeto foi lançado em 2010. “Com o Florença, precisamos mostrar o lado bom de viver em um apartamento. Prezamos pelas condições de segurança, pela facilidade de acesso às áreas de comércio, escolas, à área central da cidade”, frisa Cássio. Ao comercializar os apartamentos, Cássio e Carlos, também faziam questão de pontuar que seria possível viajar sem a preocupação em manter serviços de vigia na ausência. “Sempre destacamos a segurança da moradia vertical no dia a dia, e, em momentos de viagem, o apartamento é mais prático em vários quesitos: para quem viaja não há preocupação em manter jardineiro, vigia; a pessoa pode se ausentar cinco dias ou um mês e assim que voltar vai encontrar a casa nas mesmas condições”, explicam.
Com o Florença, a Villare traz uma inovação para o mercado sorrisense: a alvenaria estrutural de cerâmica, um sistema construtivo a partir de blocos cerâmicos que dispensa o uso de vigas e pilares de concreto na obra. Além do benefício de diminuir o tempo de construção, a utilização de blocos cerâmicos proporciona melhor isolamento térmico e acústico em comparação com o concreto. Como já conheciam a tecnologia no Sul, tudo foi adaptado para a realidade local – levando em consideração a geografia e o clima sorrisense. “Na Sorriso de 2010/2011, essa foi uma tecnologia diferenciada, inovadora, bem vanguardista. Hoje é uma ferramenta comum e muito utilizada nas obras”, salientam.
Na sequência do Florença surgem os edifícios Ravena, Turim e Verona. A partir do Florença vem a necessidade de nomear as obras, seguindo a linha da inspiração italiana. Por isso, as quatro torres recebem nomes de cidades italianas. “Os quatro primeiros edifícios que construímos em Sorriso têm todos o mesmo tamanho e a mesma inspiração, e em cada um avançamos um pouco na tecnologia inserida, conforme os avanços do mercado”, detalha Cássio.
No total, após o Florença, outros 11 edifícios também foram nomeados a partir das cidades italianas; contudo, a partir do quinto edifício, o tamanho mudou. “Era uma identificação com a cultura local e com a inspiração das obras também baseadas em uma arquitetura acolhedora e convidativa, como nas pequenas vilas italianas em que as pessoas convivem em estreitos laços de amizade”, contam. “Em todos os eidifícios, nosso compromisso sempre foi com a qualidade da obra e o cumprimento do prazo estipulado com o cliente, em cada um pensamos e projetamos um modo de as pessoas conviverem e viverem bem no espaço que escolheram habitar”.
E conforme desenvolviam cada edifício, a criação e o radar continuavam ligados na busca do que faltava fazer. Nesse contexto, em 2015 é concluído o Edifício Felicitá, que inaugura uma nova fase na nomeação de cada novo cenário arquitetônico erguido. “Sempre buscamos sentir o cenário, pensar o edifício em cada detalhe, e nesse processo surgiu o nome: queríamos que as pessoas que optassem pelo Felicitá vivessem essa experiência com felicidade, que se sentissem felizes no ambiente, vivendo o conforto que o prédio oferta”, reflete Carlos. Para isso, além do nome inspirador, os apartamentos passaram a ter um espaço mais amplo, de 116 m², com áreas comuns amplas, espaço de convivência social como área gourmet com salão de festas, piscina e demais pontos projetados para que moradores pudessem socializar e construir amizades. “A intenção sempre foi uma convivência feliz”.
E se no Felicitá a alma do edifício era um convite à felicidade, no Edifício Privilege, na área do Bom Jesus, o conceito foi a ideia do privilégio de residir em um ambiente exclusivamente projetado. “(No Privilege) as áreas comuns são ainda maiores, novamente o conceito era ser único, um convite à exclusividade”, reflete Cássio.
Inclusive, o ser único é o que leva a criação do Edifício Unique, com apartamentos recentemente entregues, em 2024, também em uma área nobre da cidade – na Avenida Blumenau. “A exclusividade novamente é marca registrada no Unique. Os apartamentos têm 140 m² e 146 m² e simbolizam o quanto é único residir nesse ambiente. Assim que o morador abre a porta ele se vê envolvido em um cenário diferenciado e imediatamente projeta o viver nesse espaço”, salienta Carlos. O desenvolvimento do edifício é uma própria obra de arte.
No Lumini, o ambiente projeta luz e vida. O conceito do exclusivo se faz presente novamente. “O Lumini é como uma rajada de luz, ele é solar e residir nesse espaço torna solar a vida do morador”, diz Cássio. E em cada novo edifício a Villare busca inovar mais quer seja em tecnologia, quer seja na oferta da qualidade de vida ofertada. Além dos apartamentos planejados e com cada ambiente pensado de maneira única, há ainda o rooftop que se traduz na vista privilegiada da cidade no último pavimento.
“Os espaços de convivência social são ainda mais amplos, há playground, piscina, espaço para pets, salão de festas e de jogos, academia, é como uma cidade, ou, seguindo nossa inspiração, uma pequena vila dentro do edifício”, diz Cássio. Tanto o Unique quanto o Lumini foram recentemente finalizados e entregue aos proprietários em 2024. Em ambos, como nas demais obras da Villare, há o cuidado nas linhas arquitetônicas que fazem do conjunto uma obra de arte para residir.
Justamente o conceito da vila dentro do edifício é reforçado no Edifício Soul – em construção quando desta entrevista, em junho de 2025 – também ao longo da Av. Blumenau. Soul (alma em inglês) traz na planta o conceito de coração da vila. Na obra, além do playground, área gourmet, salão de festas, piscina, o Soul abrigará um salão de beleza, um pequeno spa e até cinema. “O Soul foca na plenitude de residir, de viver nesse local onde há aconchego, conforto; o Soul ressalta a essência de quem opta por viver em um espaço com alma própria, ele é radiante”, analisa Cássio. Os apartamentos terão de 169 m² até 360 m², são espaços amplos e que de certa maneira refletem o conceito da uma moradia horizontal com uma casa extremamente espaçosa – e que ainda conserva a praticidade de poder viajar e ao voltar encontrar a casa do modo que deixou.
“No início, há 17 anos, o nosso público-alvo era a geração que havia saído para estudar, e também aquelas pessoas que vinham de grandes centros para trabalhar e prezavam pela praticidade dos prédios, enquanto a geração anterior era adepta da moradia horizontal”, diz Cássio. Hoje, os clientes incluem a geração que anteriormente escolhia viver em casas. “Observando os filhos e as novas gerações, essa geração anterior percebeu a praticidade, a economia, a melhoria do fluxo do trânsito na residência vertical e são os nossos atuais clientes”, compara.
Concomitante às obras que projetam e são responsáveis pela execução, Cássio e Carlos também atuam de forma terceirizada na construção de outros projetos. Para a dupla, um dos mais marcantes é a execução do novo edifício da Cooperativa Sicredi, finalizada em fevereiro de 2024. “É um conceito contemporâneo, inovador e hoje um dos edifícios mais lindos da cidade. Um cartão-postal de Sorriso que temos muito orgulho em dizer que participamos”, frisa Carlos.
Outra obra que contou com a participação do olhar da dupla é o Hospital e Maternidade 13 de Maio. “Entramos para auxiliar a execução na parte final, foi um trabalho diferente do que estamos habituados a fazer. São obras que acabam nos marcando. Essa, em questão, marcou pela função que exerce na saúde da população local e regional”, completa.
E além da atuação direta no mercado sorrisense, a Villare já construiu dois edifícios em Sinop. Na cidade vizinha, de Lucas do Rio Verde, a empresa erguida pelos amigos há quase duas décadas, também já atuou como terceirizada na construção de edifícios. “Expandimos com atuação para os municípios vizinhos, mas a nossa maior atuação, com o mercado mais forte, é Sorriso. Toda vez que conversamos sobre ampliações e refletimos sobre o futuro, temos mais e mais certeza de que o nosso mercado é esse, nosso elemento e nossas raízes estão aqui”, reflete Cássio.
E ao olhar para trás – mais especificamente em 2009 –, quando concluíram a primeira casa, aquela do Parque Felicidade, ambos sabem que tudo mudou. Na fotografia guardada com carinho, em que Cássio, Carlos, o mestre de obras e três pedreiros posam sorridentes, cabe um mundo de projetos, sensações, sonhos, empenho e muito trabalho.
Hoje, a empresa fundada há 17 anos emprega aproximadamente 250 colaboradores, entre equipe de produção (arquitetos, engenheiros, pessoal de escritório) e as equipes que atuam diretamente no canteiro de obras. “Para nós, são 250 famílias que estão diretamente ligadas ao nosso trabalho, não tem como você conviver com alguém, olhar para um colaborador e não pensar que de alguma forma o seu trabalho impacta diretamente na vida dessas pessoas”, pontua Cássio. “Sempre imaginamos que cresceríamos. Creio que lá bem no começo não imaginávamos a proporção, o patamar que esse trabalho poderia chegar, mas sempre tivemos convicção do trabalho que estávamos dispostos a entregar ao mercado”, diz. Para ele, o que os sócios vivenciam hoje foi e é pautado em muito trabalho e dedicação. “E claro que a cidade foi a personagem fundamental desse cenário: Sorriso nos proporcionou e levou a esse patamar de desenvolvimento”, salienta.
Muito além do mercado
Para Carlos, a vida se entrelaça de outra forma. Foi na cidade que ele conheceu a sorrisense Camilla Madallozo com quem é casado e tem os filhos Cecília e João Pedro. Camilla, inclusive é arquiteta e atua diretamente nas obras da Villare. Pelo crivo do olhar analítico dela passam os projetos desenvolvidos pela Villare: a discussão em torno de cada obra é conjunta com o marido e o sócio. “As minhas raízes estão bem centradas em Sorriso. Hoje, vejo que esse é meu lar, sinto que estou em casa e meus filhos são felizes aqui”, conta Carlos. “Quando olho meu passado, percebo o quanto cresci profissional e pessoalmente nessa cidade. Nesses 20 anos de Sorriso (completos em novembro de 2025), eu mudei, a Villare mudou e cresceu e vivemos uma nova fase, cheia de desafios e, particularmente para mim e meu sócio, são os desafios que nos movem, é a intenção do próximo edifício, do minimalismo de cada detalhe”, destaca.
Nos 20 anos em que vive na cidade, as viagens de Carlos são constantes para visitar o Sul. Um dos irmãos, Eduardo, vive em Santa Catarina e o outro, Fernando, no além-mar na China. Eugênia, a mãe de Carlos, ainda reside em solo catarinense; o pai, Arnaldo, faleceu em 2022. “Guardo no coração cada palavra, cada ensinamento, o abraço e o sorriso cada vez que nos víamos”, diz. “Prezo pela convivência dos meus filhos com a família toda, então, é comum nós viajarmos ou recebermos eles aqui”, diz.
Cássio, que mudou para a cidade logo depois do amigo, em 2006, também identifica Sorriso como lar. “Mudei em 2006, casei-me com a Ana Carla em 2008 e ela também encontrou o lar que sonhávamos aqui”. Ana é médica e também foi em Sorriso que construiu sua história profissional. O casal é pai de Isabela e Felipe. “Vejo Sorriso como um lugar especial, saudável, para meus filhos crescerem: aqui eles têm acesso à educação, saúde, amigos. Eles têm tem acesso a atividades que vemos em grandes cidades, como cursos de idioma e, ao mesmo tempo, eles têm a liberdade de viver em segurança, de ser crianças ‘raiz’; eu olho para meus filhos e vejo a felicidade estampada no rostinho deles”, conta. O que, faz com que Cássio decrete: “hoje não há outro lugar no mundo em que nossa família gostaria de viver”.
E seguindo os passos de Cássio, o irmão Tiago, a cunhada Bruna e o sobrinho Antônio se mudaram para a região em 2025. A família escolheu Lucas do Rio Verde para residir. “E a minha mãe, a dona Maria Lourdes, veio junto, então estamos cada vez mais completos vivendo aqui”, sorri. O pai de Cássio, Osmar, já é falecido. “É muito bom ter a família perto, no lugar onde escolhi ter raízes e viver”, diz.
Para os sócios, a inspiração para o futuro está presente no dia a dia, na tecnologia que os envolve e no retorno ao passado. “Quando viajo aproveito para olhar a arquitetura de cada lugar, muitas vezes, quando você visita um lugar diferente se depara com a inspiração que faltava para a obra em andamento ou para uma nova obra”, pontua Cássio. “É preciso ficar atento a tudo”, completa Carlos. “Para nós, o momento mais desafiador é sempre aquele que está por vir. O próximo edifício, a próxima obra, pois aquilo que projetamos lançar em cinco anos já começa a ser desenhado agora, então ver o resultado do que projetamos e pensar o futuro de uma maneira vanguardista e inovadora, é sempre o desafio que estamos dispostos a viver”, analisam da janela do escritório, com o olhar atento às obras do Soul.
Referência no estilo, na execução e nos acabamentos, Carlos e Cássio garantem que a Villare ainda tem muito a surpreender nas ‘vilas que pretende levantar em Sorriso’. “Nunca vamos abrir mão da qualidade, da inovação, do diferencial e da exclusividade em cada novo cenário”, completam já envoltos em uma nova planta baixa que toma vida e alma para, no futuro, sair do papel e surpreender o mercado local.
2008
A Promessa da Matriarca
A saga de Ângelo Demarco — da terra vermelha ao sorriso restaurado
Há trajetórias que não se constroem por atalhos. Começam no amanhecer do interior, quando o dia se organiza cedo e a rotina exige presença. Nascem da terra sob os pés, do café preparado, do sol que sobe e das tarefas repetidas que formam disciplina. São caminhos construídos com tempo, constância e esforço, que só se sustentam quando as raízes permanecem firmes e dão base a cada passo seguinte.
Foi nesse cenário simples que teve início a história de Ângelo Demarco Júnior, nascido em 5 de agosto de 1984, em São Miguel D’Oeste – SC, no extremo oeste catarinense. Uma região de estradas de chão batido, de lavouras abertas e de comunidades construídas na base da cooperação e da confiança mútua. “Ali, a vida ensina cedo que o mundo é vasto e desafiador”, enfatiza Ângelo.
Foi nesse ambiente que ele aprendeu uma lição que se tornaria permanente: crescer não significa negar as origens, mas honrá-las. Não é romper com o passado, mas sustentá-lo como base para tudo o que ainda viria. Uma caminhada moldada por valores sólidos, consolidados muito antes de qualquer diploma ou reconhecimento. Uma trajetória atravessada por rupturas que deixaram marcas definitivas e por escolhas que exigiram coragem.
Filho de Ângelo Demarco Neto, agricultor e produtor de suínos, era um homem de silêncio eloquente. Falava pouco, mas ensinava muito. Suas mãos calejadas carregavam a história de gerações que transformaram terra bruta em sustento digno. O afeto não vinha em palavras, mas na constância do trabalho, na presença diária e no exemplo.
A mãe, Lurdete Pacheco Demarco, professora em escola rural no distrito da Linha Grápia, era o contraponto necessário: exigente sem ser rígida, sensível sem ser frágil. Representava o universo da palavra, do estímulo e do horizonte ampliado. Nos livros que levava para casa e para a sala de aula, apresentava aos filhos um mundo que ultrapassava as cercas da propriedade, ensinando que o conhecimento é uma forma de liberdade — capaz de transformar destinos sem romper identidades.
Ao trocar o sol forte, a terra vermelha e o cabo da enxada pelo espelho da odontologia, Ângelo jamais abandonou aquilo que o formou: a memória dos calos nas mãos, o respeito pelo trabalho honesto e a compreensão de que nenhum avanço é verdadeiro se não carrega o passado como fundamento.
Desde muito cedo, Ângelo e o irmão mais velho, Luciano (três anos à frente), integraram a rotina da roça. Não como imposição, mas como parte natural da formação. Esse equilíbrio entre o rigor do trabalho e a ampliação do pensamento, entre o silêncio do pai e a palavra da mãe, moldou a base emocional, ética e humana de Ângelo. A resiliência, nasceu do enfrentamento contínuo das dificuldades, levando esses mesmos valores para além da roça, transformando-os em propósito, profissão e legado.
Foi nesse ambiente, onde tradição e trabalho se entrelaçavam de forma quase ritual, que um episódio simbólico ficou gravado na memória familiar. A avó Sebastiana Pacheco, matriarca respeitada e guardiã da tradição, era daquelas figuras cuja palavra carregava peso, não por autoridade imposta, mas por sabedoria acumulada.
Observando Ângelo ainda menino — entre cinco e sete anos —, lançou uma profecia simples na forma, mas profunda no significado: disse que ele seria um “grande homem” e um dentista, vestindo “uma jaqueta preta e uma calça de veludo”. Não era apenas uma imagem de futuro, mas a antecipação de um destino que romperia limites.
À época, a previsão soava quase inconcebível. O menino se enxergava com “mãos pesadas”, moldadas pelo trabalho rural, distantes da delicadeza que ele imaginava necessária para a profissão anunciada. A roça parecia traçar um caminho definitivo, concreto e imediato. Ainda assim, a palavra da avó não foi esquecida.
Lançada como semente fértil, não exigiu pressa. Permaneceu repousando no tempo, aguardando maturação. Anos depois, quando a vida começou a exigir escolhas maiores, aquela profecia deixaria de ser lembrança e passaria a funcionar como norte — uma espécie de chamado que, mesmo não compreendido na infância, jamais se perdeu.
Aos 18 anos, Ângelo chegou à sua primeira grande encruzilhada. O futuro precisava ser decidido, mas com responsabilidade coletiva. O pai, consciente das limitações e das possibilidades, desejava para o filho mais novo um caminho diferente daquele que a roça naturalmente oferecia. Incentivou-o a estudar, enquanto o irmão Luciano, permaneceria na propriedade rural, assegurando a continuidade do sustento familiar. Não foi uma escolha simples, tampouco isenta de sacrifícios. Foi um pacto, firmado na confiança e no compromisso mútuo.
Em 2002, veio a aprovação no vestibular de Odontologia — um marco que transformou expectativa em realidade concreta. No ano seguinte, 2003, Ângelo ingressou na Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), em Joaçaba, a cerca de 300 quilômetros de São Miguel D’Oeste. Começava ali um ciclo de cinco anos marcado por distâncias físicas e emocionais, por limitações financeiras e por renúncias diárias. Cada período acadêmico era sustentado pelo trabalho incansável do pai e do irmão que permaneceram na roça, garantindo que o sonho pudesse seguir adiante.
Foram anos de sacrifícios, de estudo intenso e de amadurecimento precoce. Enquanto muitos viam apenas a formação acadêmica, Ângelo vivia, paralelamente, a formação humana: aprendendo que nenhuma conquista é individual e que todo avanço carrega o esforço de muitos. A semente lançada pela avó começava, ali, a romper a terra.
Em 2007, ainda no meio da graduação, a vida impôs a Ângelo sua prova mais dura. A morte da mãe, interrompeu de forma abrupta o eixo afetivo e emocional que sempre sustentou sua caminhada. A ausência não foi apenas física; foi um silêncio profundo que passou a ocupar todos os espaços. Perder a mulher que havia apresentado o valor do conhecimento, que acreditara no estudo como caminho de liberdade e que ampliara seus horizontes desde a infância, significou enfrentar uma dor para a qual não há preparo possível.
O luto, no entanto, não o paralisou. Transformou-se em força. Concluir o curso deixou de ser apenas um objetivo acadêmico e passou a representar um compromisso moral — uma forma de honrar a memória de quem sempre acreditou em seu potencial, mesmo quando o futuro ainda parecia incerto. Cada prova, cada clínica, cada noite de estudo carregava, a partir dali um sentido maior: terminar aquilo que ela ajudou a começar.
Em 2 de agosto de 2008, aos 23 anos, Ângelo colou grau. O diploma não simbolizava um ponto de chegada, mas um rito de passagem. Encerrava um ciclo marcado por renúncias, distância da família, dificuldades financeiras e perdas irreparáveis, e inaugurava outro, ainda mais exigente, em que as decisões passariam a ter consequências irreversíveis.
Naquele momento, a formatura carregava uma presença invisível, porém constante: a da mãe que não pôde estar ali fisicamente, mas que permanecia impressa em cada conquista alcançada.
Com a mesma coragem que, anos antes, o havia feito deixar a roça e enfrentar a universidade, Ângelo compreendeu que permanecer onde estava significaria limitar o alcance dos sonhos que agora se tornavam responsabilidade. Era preciso ir além. Buscar um território novo, onde o esforço pudesse encontrar espaço para crescer, onde o conhecimento adquirido pudesse se transformar em prática, propósito e futuro. Foi então que surgiu um nome que soava menos como endereço e mais como presságio: Sorriso.
A chegada a Sorriso, no mesmo ano, com apenas setecentos reais e uma mala cheia de coragem, foi o encontro do homem com o seu destino. A cidade jovem e vibrante era o solo fértil que a semente de Ângelo precisava e tornou-se a possibilidade concreta de recomeço, um ambiente favorável à reconstrução profissional e pessoal. Foi ali que experiências difíceis foram convertidas em aprendizado e direcionadas para a construção de uma base sólida, capaz de sustentar os projetos e responsabilidades que se consolidariam nos anos seguintes.
O início foi longe de ser confortável. Não havia rede de apoio estruturada, clientela formada ou qualquer garantia de sucesso. Havia apenas a disposição radical de começar do zero e uma convicção íntima de que a decisão tinha que dar certo.
Chegar a Sorriso significou encarar o anonimato absoluto, a insegurança financeira e o medo que acompanha todo recomeço verdadeiro.
Nos primeiros tempos, cada passo era calculado, cada decisão carregava peso. Era preciso conquistar confiança em um ambiente onde ninguém conhecia sua história, seu esforço ou as mãos que haviam sustentado sua formação. Ainda assim, a cidade respondeu.
Jovem, em plena expansão econômica e social, Sorriso oferecia oportunidades àqueles dispostos a trabalhar e crescer pessoal e profissionalmente. Em muitos aspectos, o município espelhava o momento vivido por Ângelo como um lugar em construção, que exigia paciência e visão de futuro. Não bastava saber fazer — era preciso permanecer, insistir e acreditar.
Em 11 de abril de 2011, esse período de preparo se materializou na inauguração de sua primeira clínica. Cada paciente atendido naquele início representava muito mais do que um procedimento realizado, era um voto de confiança, uma validação do caminho escolhido.
O tempo foi passando e a carteira de pacientes foi sendo construída por constância, ética e cuidado genuíno. O crescimento veio de forma gradual, sustentado pela reputação construída dia após dia.
Para atravessar as dificuldades iniciais, Ângelo buscou apoio onde sempre encontrara força — na fé, na persistência e na integração com a comunidade. Aproximou-se de igrejas, cultivou amizades, ouviu conselhos de pessoas mais experientes e aprendeu a ler o tempo certo de cada decisão.
Nesse percurso, encontrou também um parceiro profissional decisivo, Dr. Cleber Araldi, com quem construiu uma sociedade que se estendeu por mais de dez anos. Juntos, atuaram em Sorriso e Sinop, compartilhando responsabilidades, desafios e conquistas, em uma parceria marcada por confiança e crescimento conjunto.
Esse período consolidou além do profissional, um modo de atuar com prudência, compromisso e visão de longo prazo. Foi ali que o recomeço deixou de ser tentativa e passou a se tornar fundação.
A formação como clínico geral logo se mostrou apenas o ponto de partida. Impulsionado pela inquietação constante e pela busca por excelência, Ângelo ampliou sua trajetória acadêmica e profissional com especializações em Periodontia e, sobretudo, em Implantodontia — área que se tornaria um verdadeiro divisor de águas em sua carreira.
Além de refinar sua técnica, a implantodontia redefiniu sua forma de enxergar a odontologia como instrumento de reabilitação funcional, estética e emocional, capaz de devolver dignidade, autoestima e qualidade de vida aos pacientes.
Com mais de 15 anos de experiência clínica e a marca de mais de 9 mil implantes realizados, Ângelo passou a unir precisão técnica, planejamento rigoroso e uma visão empresarial madura. Compreendeu que excelência clínica precisa caminhar lado a lado com gestão responsável, inovação e acessibilidade.
Tornou-se membro da SBOE (Sociedade Brasileira de Odontologia Estética) e da ABASCO (Associação Brasileira de Analgesia Inalatória e Sedação Consciente), incorporando práticas modernas, como analgesia inalatória e sedação consciente, que ampliam o conforto, a segurança e a experiência do paciente durante os procedimentos.
Defensor de um princípio claro — democratizar o acesso a tratamentos odontológicos de qualidade —, adotou estratégias que equilibram alta tecnologia, atendimento humanizado e viabilidade financeira.
Ângelo adotou uma visão empresarial estruturada, orientada à democratização do acesso a tratamentos odontológicos de qualidade, sem renunciar à excelência técnica e da responsabilidade profissional. Ao mesmo tempo, destacou-se como pioneiro na comunicação institucional de serviços odontológicos em Sorriso, sendo um dos primeiros profissionais da área a participar de programas de rádio e televisão ao vivo, em um período em que a exposição profissional ainda encontrava resistência no meio odontológico.
Essa postura inovadora contribuiu de forma decisiva para o fortalecimento de sua reputação, construída sobre constância, transparência e proximidade com a comunidade. Como resultado, ampliou sua visibilidade institucional e consolidou, de maneira orgânica e sustentável, sua base de pacientes.
Em 2017, a vida pessoal encontrou equilíbrio, força e parceria. Ângelo casou-se com a Dra. Débora Andreis Demarco, também dentista e natural de São Miguel D’Oeste. Companheira de vida e de profissão, Débora tornou-se o pilar estratégico na gestão das clínicas e no crescimento sustentável do negócio, atuando de forma decisiva na organização administrativa e no fortalecimento institucional. Juntos, construíram, além de uma sociedade profissional, uma família alicerçada em princípios e valores consistentes.
Ângelo é pai de três filhos: Murilo (11 anos), fruto de um relacionamento anterior, e Catarina (7 anos) e Aurora (4 anos), do casamento com Dra. Débora Andreis Demarco. No cotidiano familiar, Ângelo reproduz os mesmos princípios que norteiam sua atuação profissional: responsabilidade, capacidade de resolver problemas, serenidade diante dos desafios e compromisso com o cuidado. Dentro e fora do consultório, sua trajetória segue marcada pela coerência entre discurso e prática, transformando dificuldades em soluções e trabalho.
Hoje, o Instituto Ângelo Demarco carrega, além do nome de seu fundador, os valores que sustentaram toda a sua trajetória. Consolidado como referência em odontologia na região, o instituto conta com três unidades em Sorriso, uma equipe formada por mais de 30 colaboradores e cirurgiões-dentistas, e uma atuação ampla que abrange desde a profilaxia e os procedimentos restauradores até áreas de alta complexidade, como implantodontia, ortodontia e bucomaxilofacial.
As condições de pagamento flexíveis integram a política institucional do Instituto como uma diretriz estratégica e ética, voltada à ampliação do acesso aos serviços odontológicos. Essa prática assegura que a viabilidade financeira caminhe de forma alinhada à qualidade técnica, à segurança dos procedimentos e à responsabilidade profissional. Para Ângelo, a odontologia atinge sua finalidade quando associa tecnologia, competência clínica e atenção individualizada, considerando as necessidades específicas de cada paciente com seriedade, respeito e compromisso.
Para ele, Sorriso é muito mais do que uma cidade. “É símbolo, é encontro, é propósito”, reafirma.
Existe uma conexão profunda entre o nome do lugar e a profissão que escolheu exercer — restaurar sorrisos, devolver aquilo que a dor, o tempo ou a falta de acesso haviam levado.
A promessa feita pela avó, ainda na infância, não se realizou como fantasia ou acaso, mas como consequência direta de uma vida guiada por disciplina.
Aquela palavra lançada como semente atravessou o tempo, ganhou forma no estudo, resistência no trabalho e sentido no propósito. Hoje, materializa-se não apenas em uma carreira de sucesso, mas em uma história que segue inspirando, provando que raízes são capazes de sustentar voos altos — sem jamais perder o chão.
Da terra vermelha ao sorriso restaurado, sua saga revela que o verdadeiro sucesso não apaga o passado — ele o incorpora, a honra e o transforma em fundamento. Assim, sua trajetória não se define apenas pelos resultados alcançados, mas pela coerência entre quem foi, quem é e aquilo que decidiu construir.
Atualmente, o Instituto Ângelo Demarco oferece uma estrutura completa em odontologia, com foco em reabilitação oral, estética e saúde bucal integral, reunindo tecnologia, planejamento individualizado e atendimento humanizado.
Entre os principais serviços prestados, destaca-se a Prótese Protocolo, alternativa moderna e segura para substituição da dentadura convencional. Por meio da fixação da prótese sobre quatro a seis implantes, é possível reabilitar toda a arcada superior ou inferior, devolvendo firmeza na mastigação, estabilidade e a sensação de dentes naturais.
O Instituto também realiza Implante Unitário, solução definitiva para a reposição de um único dente perdido, restabelecendo função, estética e harmonia do sorriso. Já o Implante Múltiplo permite a substituição de três ou mais dentes utilizando apenas dois implantes, eliminando a necessidade de pontes móveis e devolvendo conforto, segurança e eficiência mastigatória.
Na área de estética, são oferecidas Lentes de Contato Dental e Facetas de Porcelana, películas ultrafinas confeccionadas em porcelana de alta qualidade, indicadas para correções de formato, tamanho e cor dos dentes. O resultado é um sorriso harmônico, natural e alinhado às características individuais de cada paciente. O Clareamento Dental completa as opções estéticas, proporcionando dentes mais claros de forma prática, segura e eficaz.
A atuação do Instituto abrange ainda a saúde bucal em geral, com tratamentos preventivos e restauradores, como limpeza profissional, restaurações, ortodontia, endodontia (canal) e extrações, sempre com foco na preservação da função e da saúde oral a longo prazo.
Ao explicar como funcionam os implantes dentários, Ângelo Demarco esclarece que se trata da melhor opção para substituir dentes perdidos. Os implantes são pinos de titânio inseridos na estrutura óssea que, após o processo de osseointegração, passam a fazer parte do organismo, exercendo a função da raiz do dente natural e garantindo total estabilidade na mastigação.
Sobre eles, são fixadas próteses unitárias, múltiplas ou totais, confeccionadas com materiais semelhantes aos dentes naturais, unindo alta durabilidade, funcionalidade e excelência estética. O resultado é a recuperação da mastigação, da autoestima, da qualidade de vida e do sorriso.
Uma das perguntas mais frequentes diz respeito ao custo dos implantes, lentes de contato e demais tratamentos. Sobre isso, Ângelo reforça um princípio fundamental: não existe orçamento ético sem avaliação clínica. Cada caso exige análise individualizada, exame clínico completo, avaliação da estrutura óssea por meio de radiografia e, quando necessário, tomografia. Somente após esse diagnóstico é possível elaborar um planejamento personalizado e informar o investimento adequado para cada paciente. O compromisso do Instituto é construir, junto ao paciente, a melhor solução para sua necessidade específica.
O Instituto Ângelo Demarco está localizado na Avenida Blumenau Sul, nº 2914, Centro – Sorriso (MT). Informações e agendamentos podem ser feitos pelo telefone (66) 9 9919-4991.
Em 13 de maio deste ano, data em que Sorriso completa 40 anos, o empresário deixa sua mensagem à cidade que o acolheu em 2008.
“Sorriso construiu uma história marcada pelo crescimento, pelo desenvolvimento e pela capacidade de gerar oportunidades. Foi aqui que encontrei espaço para transformar sonhos em trabalho, desafios em aprendizado e projetos em realidade. Que este aniversário represente um novo ciclo de progresso, união e qualidade de vida para todos que vivem aqui e acreditam neste lugar. Parabéns, Sorriso, pelos seus 40 anos!”, finaliza Ângelo Demarco Júnior, CRO/MT: 4709, CLM: 580.
2008
Chicão Bedin é eleito prefeito de Sorriso
- Clomir Bedin, o Chicão Bedin, é eleito prefeito de Sorriso, tendo Vanderlei Paulo da Silva como vice. A chapa venceu Dilceu Rossato com 15.736 votos, alcançando uma diferença de 1.086 votos.
- É inaugurado em Sorriso o Parque Ecológico Claudino Francio, com 11,10 hectares dedicado ao lazer e preservação ambiental. Em 2018, passou a ser denominado Parque Natural Municipal Claudino Francio, conforme decreto que reforçou sua gestão ambiental.
- Um dos destaques foi o chamado Clássico da Soja, disputado entre Sorriso e Luverdense. A partida mais expressiva ocorreu em 2 de fevereiro, quando o Luverdense venceu o Sorriso por 6 a 1, a maior goleada registrada entre as equipes até então.
- Em 13 de maio, aniversário do município, foi realizado o corte de um bolo de 22 metros em celebração aos 22 anos de emancipação. A data também contou com sorteios de prêmios e com a realização de um casamento comunitário.”
- Sorriso foi o município brasileiro com maior valor de produção agrícola, alcançando aproximadamente R$ 1,48 bilhão, superando outras potências como São Desidério (BA).
